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Secretário Antony J. Blinken em uma coletiva de imprensa

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



PRONUNCIAMENTO

Antony J. Blinken, secretário de Estado
Sede da ONU
Bruxelas, Bélgica

SECRETÁRIO BLINKEN:  Bem, boa tarde a todos. Esta é minha última reunião ministerial da Otan como secretário de Estado; portanto, entregarei minhas chaves de nosso apartamento em Bruxelas hoje e espero receber o depósito de segurança de volta depois de quatro anos. Falando sério, sou grato a todos os meus colegas aqui na Otan — os representantes permanentes, os ministros das Relações Exteriores, o secretário-geral, toda a equipe — por quatro anos extraordinários, um trabalho extraordinário que pudemos fazer juntos visando fortalecer a segurança, o bem-estar de todos os cidadãos que temos o privilégio de representar. E quero agradecer especialmente ao secretário-geral Rutte, que começou a todo vapor e já está fazendo um trabalho notável liderando esta Aliança. Tenho tremenda confiança no futuro da Aliança sob sua liderança.

Quando comecei como secretário de Estado, a Otan tinha um Conceito Estratégico que considerava a Rússia uma parceira, não mencionava a China, não apreciava totalmente ou lidava com ameaças urgentes como as cibernéticas e as climáticas. Aqui, em 2021, estabeleci a visão do presidente Biden a fim de revitalizar e modernizar esta Aliança. E nos quatro anos desde então, a Aliança já empreendeu as reformas mais significativas e o fortalecimento mais significativo verificados em décadas. Aqui estamos, quase quatro anos depois — a Otan é maior, é mais forte, e possui mais recursos para enfrentar os desafios que virão.

Nada disso era inevitável. Aconteceu graças à liderança do presidente Biden, a nosso engajamento diplomático sustentado e à construção de um senso de unidade e propósito compartilhados. Temos um novo Conceito Estratégico da Otan. Ele reconhece a Rússia como a ameaça mais direta à Aliança, ao mesmo tempo em que destaca o novo ambiente de segurança em que estamos operando com ameaças da República Popular da China, desafios transnacionais — de tecnologias emergentes e disruptivas, mudanças climáticas, terrorismo. Em 2020, nove de nossos Aliados estavam cumprindo a promessa que fizeram na Cúpula do País de Gales em 2014 de gastar 2% do PIB em defesa — apenas nove. Hoje são 23, e o restante dos aliados está a caminho de cumprir esse compromisso do País de Gales.

Adicionamos dois novos Aliados na Finlândia e na Suécia, fortalecendo imensamente nossa Aliança para o futuro. E a própria Aliança tem fortalecido nossa capacidade de defesa e dissuasão. Dobramos nossa presença no flanco oriental. Temos atualizado nossa estrutura de comando. Temos novos planos de defesa que estamos implementando. Reforçamos capacidades em todos os domínios, incluindo o ciberespaço e o espaço sideral. Esses compromissos duradouros, esses investimentos duradouros ajudarão a fornecer segurança para nossos cidadãos por muitos e muitos anos.

Pois bem, pode não haver melhor ilustração da unidade e determinação de Aliados do que o apoio inabalável que demonstramos à Ucrânia desde a agressão russa. Putin repetidamente tem tentado desestabilizar nossa determinação, bem como a determinação do povo ucraniano. Isso não aconteceu; não vai acontecer. Nas últimas semanas, a Rússia se envolveu em escaladas perigosas, incluindo levar mais de 10 mil tropas norte-coreanas para a luta, diminuindo o limite para o uso de armas nucleares em sua doutrina, lançando mísseis balísticos de alcance intermediário com capacidades nucleares potenciais, aumentando ameaças contra a Ucrânia e seus parceiros, continuando a atacar implacavelmente a rede elétrica, usando o inverno como arma, tentando apagar as luzes e congelar as pessoas em suas próprias casas.

No entanto, hoje, mais de mil dias após a invasão em larga escala, a Ucrânia continua forte, e a Otan permanece forte com a Ucrânia. Nós temos fornecido, por meio da Otan, suporte não letal crucial. Criamos o Conselho Otan-Ucrânia, que se reuniu novamente aqui em Bruxelas. Lançamos um novo comando, o comando de Assistência e Treinamento de Segurança da Otan para a Ucrânia, com o objetivo de coordenar esforços futuros e ajudar a acelerar o caminho da Ucrânia para a adesão. Os Estados Unidos têm aumentado nossos próprios recursos e assistência de segurança visando continuar a ajudar a construir as defesas aéreas da Ucrânia, sua artilharia, seus veículos blindados. Estamos determinados — e é totalmente minha intenção e a intenção do presidente — a gastar cada centavo que temos disponível dos US$ 61 bilhões que foram autorizados pelo Congresso na dotação suplementar.

Com o G7, estamos finalizando a retirada de US$ 50 bilhões garantidos por ativos russos congelados. Concomitantemente, Aliados da Otan e parceiros da Otan estão compartilhando o ônus e assumindo ainda mais a responsabilidade. A Alemanha, por exemplo, acaba de fazer um compromisso de US$ 680 milhões em nova ajuda militar. A Bulgária, a República Tcheca, a Suécia, entre outros, estão fornecendo pessoal para esse novo comando da Otan. Ao todo, os Estados Unidos já forneceram US$ 102 bilhões em assistência à Ucrânia, a nossos aliados e parceiros, US$ 158 bilhões. E como eu disse muitas vezes anteriormente, esse pode ser o melhor exemplo de compartilhamento de ônus que já vi nos 32 anos em que venho fazendo isso.

E, claro, quando se trata de nosso próprio investimento, a maior parte tem sido investida em nossa própria base industrial de defesa visando produzir armas que a Ucrânia precisa, mas esses investimentos estão fortalecendo nossa base industrial de defesa e estão proporcionando bons empregos nos Estados Unidos. Demos as boas-vindas ao ministro das Relações Exteriores da Ucrânia aqui na Otan, junto com a nova alta representante da UE, Kaja Kallas, e ao fazer isso, reafirmamos o compromisso com a defesa da Ucrânia e com seu caminho irreversível para a adesão à Otan e à UE. Continuamos coordenando com o intuito de garantir que a Ucrânia tenha o dinheiro, as munições e as forças mobilizadas a fim de lutar conforme necessário no próximo ano — ou para ser capaz de negociar, mas de uma posição de força.

A Ucrânia também mostra que a segurança europeia e a segurança indo-pacífica estão interligadas. Nos últimos quatro anos, tivemos uma convergência sem precedentes entre os Aliados no tocante aos desafios que a China representa para a segurança transatlântica, e isso inclui seu apoio crucial à base industrial de defesa da Rússia, o que permite a agressão contínua da Rússia e intensifica o que é a maior ameaça à segurança europeia desde o fim da Guerra Fria. Mas essa crescente convergência aqui na Europa sobre os desafios representados tanto pela Rússia quanto, de diferentes maneiras, pela China e, portanto, a crescente colaboração entre aliados e parceiros na área transatlântica e no Indo-Pacífico, é uma marca registrada dos últimos quatro anos.

À medida que essas ameaças evoluem, à medida que transcendem regiões, aumentamos significativamente o engajamento além da Otan, desde o Indo-Pacífico ao Ártico e até o flanco sul da Otan, reforçando uma abordagem de 360 ​​graus. O rei Abdullah esteve aqui conosco ontem, e ficamos muito felizes em tê-lo na reunião ministerial. Estamos ansiosos para abrir o Escritório de Ligação da Otan em Amã no ano que vem — será o primeiro na região — com o objetivo de fortalecer ainda mais a relação entre a Otan e o Oriente Médio. Porém, o que quero enfatizar é isto: todos esses esforços não estão levando a Otan para fora da região; quem está fora da região é que tem vindo até a Otan. E é por isso que é tão imperativo que trabalhemos juntos com o intuito de fortalecer nossas competências, fortalecer nossa capacidade, fortalecer nosso foco nesses diferentes desafios, porque eles estão tendo um efeito dentro da comunidade transatlântica. 

Essa evolução é essencial para que a Otan possa continuar a se adaptar ao mundo como ele já é e como o vemos evoluindo. Estamos em um momento crucial para a Ucrânia e para a defesa dos valores transatlânticos nos quais esta Aliança foi fundada. Nos últimos quatro anos, como disse, houve avanços históricos em direção ao fortalecimento da Aliança, o que tornou os Estados Unidos e o mundo mais seguros. Creio que este é um momento para cada Aliado ser proativo e não se afastar.

Cada dólar que os Estados Unidos investem em nossa segurança compartilhada — seja aprofundando as defesas cibernéticas, seja fortalecendo nossa base industrial de defesa — é um investimento que se reverte em benefício de pessoas em toda a Aliança agora e nos próximos anos. Uma Otan mais forte significa mais competências para deter agressões, Aliados mais eficazes para enfrentar desafios mais complexos e a paz e estabilidade que permitem que nosso povo busque vidas mais plenas.

E talvez esse seja o ponto final e mais importante, e quero enfatizar isso. Nos Estados Unidos, em toda a Europa, em todo o mundo, as pessoas querem paz. Não querem guerra. Querem evitar conflitos. E o que é tão importante entender sobre esta Aliança é de onde ela veio e qual é seu propósito.

A Otan se uniu após duas guerras mundiais como parte de uma série de instituições que foram construídas visando tentar garantir que nunca tivéssemos outra conflagração global. E o que é tão único sobre a Otan é o pacto que cada um de seus membros faz de que um ataque a um é um ataque a todos. O que é tão poderoso sobre isso é que diz a qualquer agressor em potencial: se vier atrás de um de nós, terá de lidar com todos nós. Esse é o impedimento mais poderoso para que uma guerra comece em primeiro lugar. Esse é o impedimento mais poderoso contra a agressão. Não é uma surpresa que a Rússia não tenha atacado diretamente um membro da Otan.

Portanto, quando todos nós falamos sobre esse desejo poderoso de evitar conflitos, de prevenir guerras, de ter paz, a melhor maneira de fazer isso é por meio de investimentos contínuos na Aliança defensiva mais bem-sucedida do mundo, que é a Otan. Obrigado.

(…)


Ver o conteúdo original: https://www.state.gov/secretary-antony-j-blinken-at-a-press-availability-55/

Esta tradução é oferecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.


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U.S. Department of Justice Attorney Vacancies Update

U.S. Department of Justice


You are subscribed to Attorney Vacancies for U.S. Department of Justice. This information has recently been updated, and is now available.

12/03/2024 07:00 PM EST

Job Title: Trial Attorney (FCPA & MIMF Units) Hiring Organization: Criminal Division (CRM) Location: DC
12/03/2024 07:00 PM EST

Job Title: Assistant United States Attorney (Asset Forfeiture Division) Hiring Organization: United States Attorney's Office (USAO) Location: FL
 

 

Secretary of Defense Lloyd J. Austin III Remarks at West Point

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IMMEDIATE RELEASE
Secretary of Defense Lloyd J. Austin III Remarks at West Point
Dec. 4, 2024

Secretary of Defense Lloyd J. Austin III speaks at the United States Military Academy, West Point, New York, today at 12:45 p.m. 

We are providing his "as-prepared" remarks to journalists.

To receive a copy of Secretary Austin embargoed remarks, please respond to this email, agreeing to the embargo.

Please email the OSD(PA) Duty Officer at osd.pa.dutyofficer@mail.mil if you have any questions.

A recording of the event will be available later today on Defense.gov.

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FICHA INFORMATIVA: Visita do Presidente Biden a Angola

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



A Casa Branca
2 de dezembro de 2024
Na ocasião da visita do Presidente Joseph R. Biden Jr. a Angola, celebramos a transformação e o aprofundamento da relação Estados Unidos-Angola. Esta viagem marca a primeira visita de um Presidente dos Estados Unidos em exercício à República de Angola e a primeira visita de um Presidente dos Estados Unidos à África Subsahariana desde 2015.
Esta visita surge na sequência de uma reunião em novembro de 2023, quando o Presidente Biden recebeu o Presidente João Lourenço na Sala Oval em Washington, D.C. Antes e depois dessa ocasião, os homólogos dos Estados Unidos e de Angola trabalharam em estreita colaboração para fazer avançar as visões de ambos os Presidentes para expandir oportunidades económicas impactantes e de alto padrão e melhorar a segurança global e regional. Juntos, os Estados Unidos e Angola reconhecem os horrores passados da escravatura e o seu legado, ao mesmo tempo que olham para um futuro risonho de aprofundamento contínuo da colaboração entre as nossas nações. Hoje, o Presidente Biden e o Presidente Lourenço reunir-se-ão em Luanda, no Palácio Presidencial, para discutir o comércio, o investimento e as infraestruturas; segurança e estabilidade; e aprofundar a cooperação Estados Unidos-Angola. Amanhã, o Presidente Biden deslocar-se-á ao Lobito, Angola, para uma Cimeira sobre o investimento em infraestruturas na região com os líderes de Angola, República Democrática do Congo (RDC), Tanzânia e Zâmbia. As informações sobre as novas e contínuas iniciativas de parceria entre os Estados Unidos e Angola são fornecidas abaixo.

COMÉRCIO, INVESTIMENTO, INFRAESTRUTURAS E DESENVOLVIMENTO
Na Cimeira de Líderes EUA-África, em 2022, os Estados Unidos comprometeram-se a concentrar-se na parceria com África através do investimento. A promoção do comércio e do investimento bilaterais reforça a participação na economia global, acelera o desenvolvimento sustentável e amplia a inovação e o empreendedorismo, resultando num aumento de oportunidades económicas para os cidadãos de ambos os lados do Atlântico. Os Estados Unidos e Angola estão também a trabalhar com outros parceiros através da Parceria para as Infraestruturas e Investimentos Globais (PGI) para melhorar a conectividade transcontinental do Atlântico ao Oceano Índico, o que permite um investimento comercial adicional. Amanhã, o Presidente Biden e o Presidente Lourenço serão co-anfitriões de uma Cimeira multilateral do Corredor Transafricano do Lobito para acelerar ainda mais o desenvolvimento deste corredor económico fundamental.
• A Lei de Crescimento e Oportunidades para África (AGOA) é uma importante iniciativa dos Estados Unidos para melhorar o comércio com os países africanos, ao abrigo da qual Angola beneficia de preferências comerciais desde 2004 e alavancou o Fórum anual AGOA para promover os laços comerciais e económicos com os Estados Unidos. Em 2023, o comércio bilateral Estados Unidos-Angola ascendeu a aproximadamente 1,77 mil milhões de dólares, fazendo de Angola o quarto maior parceiro comercial dos Estados Unidos na África Subsahariana.
• Em novembro de 2024, a Secretária do Comércio dos EUA, Gina Raimondo, assinou um Memorando de Entendimento com o Ministério da Indústria e Comércio de Angola estabelecendo a Parceria Comercial e de Investimento Estados Unidos-Angola. Esta Parceria formalizará a colaboração regular entre os dois governos e com as partes interessadas da indústria dos EUA e de Angola para melhorar os laços comerciais e aumentar a facilidade de realizar negócios. Paralelamente, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos está a desenvolver uma missão comercial ferroviária e portuária da África Subsahariana para Angola e África do Sul em 2025 para ligar as empresas dos Estados Unidos a oportunidades de satisfação da procura de soluções ferroviárias e portuárias dos Estados Unidos nos mercados africanos . Os membros do Conselho Consultivo do Presidente para Fazer Negócios em África (PAC-DBIA) – que aconselha o Presidente, através do Secretário do Comércio, sobre formas de reforçar o envolvimento comercial entre os Estados Unidos e os países africanos – também deslocaram-se a Angola para juntarem ao Presidente Biden.
• Em fevereiro de 2024, para apoiar o comércio entre os sectores agrícolas dos Estados Unidos e de Angola, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) liderou uma Missão Comercial do Sector Agroalimentar a Angola. A missão apoiou 140 reuniões entre empresas entre líderes do sector, com os participantes dos Estados Unidos a reportarem 13,3 milhões de dólares em vendas projectadas para 12 meses decorrentes da viagem.
• Em outubro de 2024, os Estados Unidos e Angola assinaram um Acordo de Céu Aberto para facilitar o aumento da conectividade aérea e proporcionar novas oportunidades significativas para o comércio, o turismo e o investimento. Tal segue-se a um acordo anunciado pela Boeing e pela transportadora de bandeira angolana TAAG em 2023 para a compra de quatro novos 787, aumentando a capacidade da TAAG para voos de longo curso.
• De forma a facilitar as relações comerciais bilaterais entre os EUA e Angola em sectores como a energia, a indústria transformadora, o equipamento e a maquinaria, e o aeroespacial e a defesa, os Estados Unidos estão a ligar as empresas dos EUA e de África a novos compradores, fornecedores e oportunidades de investimento através da iniciativa Prosper Africa. Desde janeiro de 2021, os departamentos e agências dos Estados Unidos na iniciativa Prosper Africa fecharam 12 negócios e investimentos em Angola com um valor combinado de 6,9 mil milhões de dólares.
• Desde 2022, o Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos (EXIM) disponibilizou 2,9 mil milhões de dólares em financiamento para projectos em Angola nos sectores das energias renováveis, infraestruturas e telecomunicações. A título de exemplo, em maio de 2024, o EXIM assinou um acordo de empréstimo final de 363 milhões de dólares para a Acrow Bridge Corporation instalar infraestruturas de pontes que ligam comunidades rurais em Angola em apoio à IGP. Os projectos financiados em Angola apoiam cerca de 6.200 postos de trabalho nos Estados Unidos. Só em 2024, o EXIM emitiu mais 2,7 mil milhões de dólares em Cartas de Interesse não vinculativas nos sectores agrícola, energético, ferroviário, saúde, educação e hospitalar em Angola.

• Nos últimos quatro anos, o Departamento do Tesouro dos EUA apoiou de perto os esforços de Angola para reduzir as suas vulnerabilidades da dívida através de assistência técnica. O programa permitiu ao Governo angolano reestruturar a sua dívida interna e reduzir os custos dos juros. Em dezembro de 2024, a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) fornecerá 650.000 dólares adicionais em assistência técnica para apoiar o Ministério das Finanças de Angola na gestão da dívida e do risco financeiro.

LIDERANÇA GLOBAL E REGIONAL PARA MANTER AS PESSOAS SEGURAS E PROMOVER SOCIEDADES PÓSPERAS

Juntos, os Estados Unidos e Angola estão a melhorar a segurança, a protecção e o bem-estar dos seus povos, enfrentando desafios comuns. Para além dos tradicionais desafios de segurança, enfrentamos cada vez mais ameaças como as alterações climáticas, a insegurança alimentar e as doenças que não reconhecem nem respeitam as fronteiras nacionais. Juntos, estamos a capacitar intervenientes governamentais mais profissionais e responsáveis que protegem os civis, salvaguardam os recursos naturais e constroem sistemas de saúde mais resilientes, garantindo que ninguém é deixado para trás.
• Em setembro de 2023, o Secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, tornou-se o primeiro Secretário da Defesa dos EUA a visitar Angola. Em junho de 2024, o Departamento de Defesa dos EUA acolheu a primeira reunião do Comité Conjunto Angolano-Americano de Cooperação em Defesa (DEFCOM) no Pentágono. Durante o DEFCOM, os representantes assinaram um acordo para permitir o intercâmbio de bens e serviços logísticos entre os nossos respetivos militares, o que facilita a cooperação à medida que continuamos a construir a nossa crescente parceria de defesa. Angola e o Departamento de Defesa dos EUA, com o Departamento de Estado, conforme o caso, continuam a planear o trabalho cooperativo nas áreas da engenharia, medicina, cibernética, manutenção da paz, segurança marítima e desenvolvimento de uma guarda costeira. A próxima reunião do DEFCOM está prevista realizar-se em Angola em 2025.
• Em setembro de 2024, Angola aceitou aderir ao Programa de Parceria de Estado (SPP) do Departamento de Defesa, executado pelo Gabinete da Guarda Nacional. Através do SPP, as unidades da Guarda trabalham com as forças militares parceiras para reforçar as capacidades, melhorar a interoperabilidade e reforçar os princípios de uma governação responsável. O SPP promove relações de longo prazo a todos os níveis da sociedade e incentiva o desenvolvimento de laços económicos, políticos e militares entre os estados dos EUA e as nações parceiras. O Gabinete da Guarda Nacional está actualmente em processo de dotar Angola de uma Guarda Nacional Estatal que esteja bem alinhada com os requisitos do país.
• Desde 2020, os Estados Unidos direcionaram quase 17 milhões de dólares à formação e profissionalização dos militares angolanos, incluindo formação em língua inglesa, alargamento do acesso das mulheres a cursos de educação militar nos Estados Unidos e formação centrada na segurança marítima. Só no ano passado, os EUA aumentaram a assistência anual à Educação e Formação Militar Internacional para Angola de 500.000 para 600.000 dólares. Os Estados Unidos estão também a fornecer aos fuzileiros navais angolanos oito barcos insufláveis de casco rígido e outros equipamentos críticos, estando os últimos quatro barcos programados para serem entregues a Angola até ao final de 2025.
• Os Estados Unidos orgulham-se da parceria com Angola para abordar questões regionais e globais e continuam a ser um parceiro firme na condução de situações desafiantes e complexas. Os Estados Unidos estão a disponibilizar mais de mil milhões de dólares em financiamento humanitário adicional que ajudará os países de toda a África Subsahariana, incluindo Angola, a responder a crises humanitárias, incluindo deslocações e secas induzidas pelo El Niño.

• Os Estados Unidos estão a apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de cibersegurança em Angola através de quase 1,4 milhões de dólares em projectos que proporcionam formação e orientação à futura força de trabalho em cibersegurança e auxiliam o Ministério da Defesa angolano na criação de uma capacidade de ciberdefesa.
• O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos iniciou conversações com os Ministérios do Interior, das Finanças e do Comércio angolanos sobre um programa de três anos no valor de 5 milhões de dólares para reforçar a gestão, supervisão e responsabilização dos dois países nos seus sectores de comércio e viagens. O programa centrar-se-ia na modernização da partilha de informações, permitindo aos governos interditar ameaças e perigos o mais cedo possível, e mitigar e monitorizar ameaças de organizações criminosas transnacionais e outros intervenientes não estatais nocivos.
• Entre 2019 e 2023, o Departamento do Tesouro prestou assistência técnica para ajudar a reforçar a capacidade das instituições angolanas para identificar, detectar e processar o branqueamento de capitais, o financiamento do terrorismo e outros crimes em apoio das reformas políticas e económicas de Angola. A USAID e o Departamento de Estado estão a trabalhar com várias instituições angolanas – incluindo o Parlamento, o Tribunal de Contas Nacional e os Ministérios da Saúde, da Educação e das Finanças – para desenvolver a sua capacidade de gestão das finanças públicas, de gestão da dívida e de combate à corrupção. Está também a ser desenvolvida capacidade para apoiar a implementação em Angola da norma da Iniciativa de Transparência nas Indústrias Extractivas.
• Os Estados Unidos e Angola estão a trabalhar em conjunto para combater o tráfico de madeira através da criação de um Inventário Florestal Nacional, uma ferramenta fundamental para qualquer país que procure conservar e gerir os seus recursos florestais de forma sustentável. O Departamento de Estado, através do Gabinete para os Assuntos Internacionais de Narcóticos e Aplicação da Lei (INL), anunciou 750.000 dólares em novos programas em Angola para melhorar a identificação, interdição e confiscação de bens ilícitos. A USAID irá acrescentar 1,3 milhões de dólares dos recursos regionais de Paisagens Sustentáveis da África Austral do ano fiscal de 2023 a uma parceria existente de 1,3 milhões de dólares para expandir a parceria entre o Serviço Florestal dos EUA e o Ministério da Agricultura e Florestas do Governo de Angola para continuar a trabalhar no inventário florestal, estabelecer uma parceria para a utilização do mercado de carbono e desenvolver um Sistema de Monitorização Florestal.
• O Gabinete de População, Refugiados e Migração do Departamento de Estado fornece financiamento para apoiar a assistência aos refugiados, bem como financiamento regional ao ACNUR para apoiar os quase 56.000 refugiados e requerentes de asilo em Angola.
• Angola é membro fundador da Parceria para a Cooperação Atlântica, uma iniciativa comprometida com os objectivos interligados de promover um Atlântico pacífico, estável, próspero, aberto, seguro e cooperativo, bem como com a conservação do Oceano Atlântico como um oceano saudável, sustentável, e resiliente para as gerações vindouras. Para desenvolver a capacidade de Angola para a investigação científica oceânica e apoiar a segurança alimentar baseada nos oceanos, os Estados Unidos estão a colaborar com a comunidade atlântica para alavancar o apoio ao navio angolano de investigação oceânica Baia Farta. Os Estados Unidos e Angola concluíram uma Carta de Intenções para formalizar a colaboração, incluindo, por exemplo, trazer especialistas dos EUA para Angola para apoiar a capacitação e formação em ciências oceânicas através do programa Fulbright Specialist. Além disso, a parceria público-privada dos EUA com a OceanX identificará oportunidades para os cientistas e jovens angolanos em início de carreira acederem à investigação científica dos oceanos, promover uma nova geração de defensores dos oceanos e colaborar em iniciativas com ONGs e filantropias, incluindo com a OceanX a bordo da investigação navio OceanXplorer no início de 2025.
• Através do Plano de Emergência do Presidente dos EUA para o Alívio da SIDA (PEPFAR), mais de 25.000 pessoas que vivem com o HIV em Angola estão a receber tratamento que salva vidas, desenvolvendo esforços para reduzir a transmissão do HIV de mãe para filho . Nas últimas duas décadas, os Estados Unidos investiram quase 251 milhões de dólares para fornecer serviços de teste, prevenção, cuidados e tratamento do HIV e para reforçar os sistemas de saúde pública através de serviços laboratoriais optimizados, gestão de dados de qualidade e segurança da cadeia de abastecimento em Angola.
• Desde 2006, a USAID disponibilizou quase 415 milhões de dólares para combater a malária através da Iniciativa Presidencial contra a Malária (PMI) em Angola. No ano passado, a PMI distribuiu quase 5 milhões de medicamentos de acção rápida contra a malária e mais de 9 milhões de testes de diagnóstico rápido a clínicas e comunidades para proteger e tratar os angolanos. Mais de 12 mil profissionais de saúde angolanos foram formados desde 2023 para diagnosticar e tratar a malária. Angola registou uma diminuição de 29 por cento nas mortes por malária nas províncias focadas na PMI em 2023, em comparação com os níveis de 2020.
• A USAID está em processo de restabelecimento de uma missão bilateral em Angola para continuar a expandir a presença dos Estados Unidos em Angola e reforçar ainda mais a nossa parceria estratégica emergente.
• Os Estados Unidos, em parceria com a COVID-19 Vaccines Global Access (COVAX) e a African Vaccine Acquisition Trust (AVAT), doaram mais de 11 milhões de doses seguras e eficazes de vacinas contra a COVID-19 ao povo de Angola.
• Os Estados Unidos orgulham-se de trabalhar com Angola no reforço das soluções lideradas por África para as emergências de saúde actuais e futuras. Em setembro de 2024, os Estados Unidos anunciaram 500 milhões de dólares e um milhão de doses de vacina mpox para apoiar os países africanos na prevenção e resposta ao actual surto de mpox. Estamos a cumprir este compromisso, com dois terços dos mais de 500 milhões de dólares de apoio à preparação e resposta ao mpox já disponíveis e em funcionamento para apoiar os países da região. Todas as um milhão de doses de vacinas estão actualmente disponíveis para atribuição pela OMS e pelo África CDC com base nas necessidades e na procura na região. Angola juntou-se aos Estados Unidos como parceiro de Segurança Sanitária Global, o que promoverá uma maior colaboração à medida que ambos os países se esforçam por proteger a saúde, as vidas e o bem-estar económico dos nossos cidadãos e pessoas em todo o mundo .

CELEBRAÇÃO DA RELAÇÃO ESTADOS UNIDOS-ANGOLA

Os Estados Unidos e Angola estão ligados por laços históricos duradouros e revigorados pelo nosso futuro dinâmico. Partilhamos o compromisso de enfrentar a horrível história do comércio transatlântico de pessoas escravizadas, esforçando-nos por reconectar culturas e celebrar a colaboração entre as nossas nações. As pessoas estão no centro desta ligação. Hoje, existem quase 12 milhões de americanos de ascendência angolana. Estas relações – enraizadas na família, na amizade e na comunidade – melhoram e enriquecem as nossas vidas. Impulsionam a nossa cooperação, sustentam os nossos valores partilhados e elevam as nossas aspirações.
• Em 1619, um navio que transportava africanos escravizados que tinham sido capturados em Angola e marcharam à força mais de 160 quilómetros ao longo de uma rota conhecida como Corredor do Kwanza, desembarcou na actual Hampton, Virgínia. Cerca de 6 milhões de pessoas escravizadas foram raptadas das suas casas e expulsas das costas angolanas. Estamos empenhados em aprender com os horrores sofridos pelas pessoas escravizadas e em honrar os seus descendentes, que continuam a lutar pelos direitos civis, pela justiça e pela liberdade. Os Estados Unidos apoiam a nomeação de Angola do Corredor do Kwanza para a lista de Património Mundial da UNESCO como forma de olhar para o futuro, de reconectar os laços culturais e de celebrar a riqueza e a beleza de Angola.
• Os Estados Unidos têm o prazer de anunciar uma doação de 229.000 dólares para apoiar o restauro e conservação da Residência Álvaro de Carvalho Matoso, de 1786, o Edifício do Museu Nacional da Escravatura de Angola. Fundado em 1977, o Museu oferece um programa que promove uma mensagem de harmonia, humanismo e respeito pelos direitos humanos. Os fundos serão destinados à recuperação das galerias exteriores e interiores do edifício.
• Os Estados Unidos e Angola anseiam por um futuro fortalecido por laços interpessoais que reconectem culturas, promovam o diálogo e encorajem a colaboração criativa entre as nossas nações. Em agosto de 2024, a cidade de Hampton, Virgínia, a Autoridade de Fort Monroe, o Serviço Nacional de Parques dos EUA e o Project 1619, Inc. organizaram a comemoração anual do Dia do Desembarque Africano no futuro local planeado para homenagear as vidas dos africanos escravizados roubados de Angola e levados para a actual Hampton. Em setembro de 2024, Hampton e a cidade de Malanje, em Angola, assinaram um acordo de Cidades Irmãs, que consagrará ainda mais as profundas ligações entre os nossos cidadãos.
• Os Estados Unidos e Angola partilham o compromisso de melhorar o diálogo com a Diáspora Africana. O Presidente Biden criou o Conselho Consultivo do Presidente sobre o Envolvimento da Diáspora Africana (PAC-ADE) em dezembro de 2022. Os membros do PAC-ADE discutiram esta visita histórica a Angola com o Assistente do Presidente, o Conselheiro Sénior do Presidente e o Director do Gabinete de Envolvimento Público Stephen Benjamin em outubro de 2024. Os membros do PAC-ADE também viajaram para Angola para se juntarem ao Presidente Biden numa parte da viagem.
• Os Estados Unidos apoiam os esforços de Angola para combater a corrupção, aumentar a prestação de contas e institucionalizar o Estado de direito. Em outubro de 2024, os Estados Unidos e Angola concordaram em agendar a próxima iteração do nosso diálogo bilateral sobre os direitos humanos. Estamos a colaborar em diversas iniciativas focadas nos direitos humanos. Estes esforços exigem o avanço da governação democrática e o respeito pelos direitos humanos, incluindo os direitos fundamentais às liberdades de expressão, de imprensa, de associação, de reunião pacífica e de religião ou de crença. Os Estados Unidos continuam a apoiar o empenho de Angola nas reformas, nomeadamente através do alargamento do papel da sociedade civil e das organizações religiosas na melhoria da qualidade das eleições e da tomada de decisões locais. O Departamento de Estado disponibilizou 10,5 milhões de dólares desde 2021 para apoiar estes objectivos e planeia continuar a fornecer este financiamento, sujeito à disponibilidade de fundos.
• Os Estados Unidos estão a avançar com Angola para proteger e melhorar a democracia como obra da nossa época. O Departamento de Estado está a reforçar os seus investimentos existentes em governação com um montante adicional de 700.000 dólares para capacitação e formação especializada de advogados envolvidos na defesa dos direitos humanos e áreas similares, para reforçar a eficiência e independência do sistema judicial, e para o gabinete do Provedor de Justiça angolano aumentar o envolvimento com os cidadãos, apoiando a transparência e a boa governação. Em outubro de 2024, os Estados Unidos e Angola concordaram em agendar a próxima iteração do nosso diálogo bilateral sobre os direitos humanos.
• Os laços interpessoais são essenciais para a relação EUA-Angola. Desde 1968, mais de 1.200 angolanos participaram em programas de intercâmbio educativo e profissional patrocinados pelo Governo dos EUA, incluindo o Programa Fulbright, o Programa de Liderança de Visitantes Internacionais, a Bolsa Mandela Washington e o Programa Pan-Africano de Liderança Juvenil, entre outros . Através destes programas, estamos a reconectar culturas, a promover o diálogo e a fomentar a colaboração entre as nossas nações.
• Em 2024, os Estados Unidos contribuem com quase 140.000 dólares para expandir a formação da língua inglesa através do Programa de Bolsas de Acesso ao Inglês (Access) e do programa Learning is Never Too Late. O Access fornece inglês profissional e competências do século XXI a 100 participantes com idades compreendidas entre os 17 e os 25 anos em Angola. O programa Learning is Never Too Late oferece ensino de inglês e jornalismo digital a 40 raparigas em Luanda. A Embaixada dos EUA em Luanda está também a fornecer formação de desenvolvimento curricular avaliada em 100.000 dólares para professores do departamento de Inglês e a realizar formação para educadores ingleses e administradores universitários.
• A EducationUSA oferece serviços de aconselhamento na Embaixada dos EUA em Luanda a estudantes angolanos interessados em procurar oportunidades de ensino superior nos Estados Unidos. As parcerias universitárias reforçaram a capacidade de administração do ensino superior, promoveram esforços conjuntos de investigação, criaram intercâmbios docentes e desenvolveram novos programas académicos em áreas relacionadas com as STEM. Notavelmente, uma colaboração entre a Universidade da Califórnia, Berkeley, e a Universidade Agostinho Neto levou a avanços significativos na investigação agrícola, beneficiando tanto as instituições como as suas comunidades.
• Em novembro de 2023, Angola tornou-se a terceira nação africana a assinar os Acordos Artemis, sinalizando o seu compromisso em promover o uso responsável do espaço. Os Estados Unidos e Angola continuarão a trabalhar em conjunto para promover uma visão comum da exploração espacial para o benefício de toda a humanidade.
• Desde 2020, a Embaixada dos EUA em Angola emitiu mais de 490.000 dólares em subsídios para apoiar iniciativas que são importantes para o povo angolano. Estas bolsas financiaram programas de empreendedorismo, língua inglesa, jornalismo, música e direitos de propriedade intelectual. Ao abordar estas áreas essenciais, a Embaixada pretende capacitar os indivíduos e fortalecer as comunidades em toda a Angola.


Ver o conteúdo original: https://www.whitehouse.gov/briefing-room/statements-releases/2024/12/02/fact-sheet-president-bidens-trip-to-angola/ 

Disclaimer: Esta tradução é oferecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.


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Uncertain World Needs Award-Winning IT, Cyber Professionals, DOD Official Says

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Uncertain World Needs Award-Winning IT, Cyber Professionals, DOD Official Says
Dec. 4, 2024 | By C. Todd Lopez

The Defense Department's top leaders in information systems, yesterday, recognized more than a dozen individuals and teams who in 2024 have contributed in exceptional ways to the advancement of the department's information technology goals. 

The department's acting chief information officer, Leslie A. Beavers, along with Army Lt. Gen. Paul T. Stanton, who serves as the director of the Defense Information Systems Agency as well as the commander of the Joint Force Headquarters-DOD Information Network, presided over the 2024 DOD Chief Information Officer Annual Awards Ceremony at the Pentagon. 

The world today is an uncertain place, said Stanton, and defense of the nation relies on the secure, stable transmission of data and communications — something all the award winners are responsible for ensuring. 

"The world is uncertain," Stanton said. "What is certain is that operations today and into the future require data. You can't war fight, you can't fight and win, if you don't have data. Our responsibilities within the DOD CIO are all about getting data to the right place at the right time to make a better and faster decision than our enemies." 

Stanton said the most basic lessons in warfighting involve developing a position of advantage to enable commanders to make better and faster decisions than the enemy, and the DOD's cyber professionals are involved every day in making that happen. 

"We can speed up our decision cycle, we can slow down the enemy's decision cycle," Stanton said. "But ultimately, we have to empower our commanders with that position of advantage. That's what you do on a daily basis. You do it through cyber security, you do it through managing the electromagnetic spectrum, through developing engineering, operating our information technology, through thinking about the future executing today, the policies and the resources to make it all happen." 

America's enemies, Stanton said, have many resources at their disposal and can bring "scale" to the war fight. But the United States, he said, has an even better tool. 

"What we have is talent," he said. "What we have is the freedom to execute through disciplined initiative. You don't get that in other war fighting communities. The United States of America has a monopoly on disciplined initiative, where we can give you a left and a right limit and unleash your talent. For those that are being recognized today: thank you. Thank you for exceeding the standard. Thank you for driving the innovation. Thank you for thinking about hard problems in unique ways and developing meaningful solutions." 

Beavers congratulated the award winners and also noted that this year's awards ceremony featured the largest roster of award recipients in the program's history. 

The DOD CIO Annual Awards Ceremony honors exceptional individuals and teams who further department goals in areas such as cybersecurity; cyber hygiene; command, control and communications; information enterprise and cloud technology; network and data center optimization; the advancement of 5G technology; and electromagnetic spectrum and public communications. 

As part of the 2024 DOD CIO Annual Awards Ceremony, both teams and individuals were either named recipients of awards or for honorable mentions. Those honored include: 

Individual Awards 

  • Audra Brandt, National Air and Space Intelligence Center, Air Force. 
  • Army Lt. Col. Christopher Braunstein, U.S. Army Network Enterprise Technology Command. 
  • Air Force Maj. Terrance Dixon, U.S. Central Command. 
  • Shawn Achziger, Army National Guard. 

Individual Honorable Mentions 

  • Air Force Master Sgt. David Herrera. 
  • Air Force Capt. Dylan Zimmer, Joint Staff Support Center, Defense Information Systems Agency. 
  • Eric Gay, Marine Corps. 
  • Marine Corps Staff Sgt. Dieter Wiesner, U.S. Special Operation Command. 

Team Awards 

  • Japan Dark Horizon, Army. 
  • Recruiter Services Network Workstation Management Team, Army. 
  • Air Force Materiel Command, Advanced Academic Degree, Next Generation Air Dominance aircraft Software Factory, Air Force. 
  • DISA Europe Defense Cyber Operations, DISA. 
  • U.S. Transportation Command, J6-NA Audit and Analysis, Transcom. 

Team Honorable Mentions 

  • Enterprise Business System Multi-Functional Capabilities Team, Business Process Reengineering Team, Army. 
  • U.S. Military Entrance Processing Command, J6 Team, Army. 
  • U.S. Indo-Pacific Command, J6 Team, Army. 
  • Joint Worldwide Intelligence Communications System, Cybersecurity Inspection Program Team, Defense Intelligence Agency. 
  • Missile Defense Agency, Cybersecurity Service Provider, CSSP-Computer Emergency Response Team, MDA. 
  • DISA, J-9, Outside the Continental U.S. Cloud Team, DISA. 
  • Defense Department - Government Publishing Office, Online Uniformed Services Identification Card Renewal Team, Defense Manpower Data Center. 
  • Cyber and Infrastructure Team, DMDC. 
  • J6 Task Force 37-78 Team, Joint Chiefs of Staff. 
  • Red Lightning Team, Marine Corps. 
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