Sunday, March 1, 2026

Declarações em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU sobre o Irã

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



Missão dos Estados Unidos nas Nações Unida
Embaixador Mike Waltz  
Representante dos EUA nas Nações Unidas 
 

Nova York, Nova York 

CONFORME PROFERIDO

Obrigado. Ilustres delegados: este é um momento histórico que exige clareza moral, e o presidente Trump está à altura do desafio. 

O dever mais fundamental de qualquer governo soberano é a proteção de seu povo. 

A Operação Epic Fury (Fúria Épica) tem como objetivos específicos e estratégicos: desmantelar a capacidade de mísseis que ameaçam os aliados; degradar os ativos navais usados para desestabilizar águas internacionais; e desmantelar a máquina que arma milícias por procuração, além de garantir que o regime iraniano jamais, em hipótese alguma, possa ameaçar o mundo com uma arma nuclear. 

Como disse o presidente Trump ontem à noite, durante décadas, o regime iraniano tem desestabilizado o mundo deliberadamente. Matou militares e cidadãos americanos, ameaçou aliados regionais e pôs em risco a segurança da navegação internacional da qual o mundo depende. Seu apoio maciço a agentes violentos, organizações declaradas terroristas os houthis, o Hezbollah, o Hamas e outros levou derramamento de sangue e desordem ao Oriente Médio por tempo demais. Isso não é especulação; sabemos que é verdade e nossos homens e mulheres pagaram com suas vidas pelas ações desse regime e da Guarda Revolucionária Islâmica. 

Nenhuma nação responsável pode ignorar a agressão e a violência persistentes. 

O regime de Teerã liderou ataques que custaram vidas americanas, centenas de fuzileiros navais dos EUA no Líbano, milhares de soldados no Iraque; refém americano após refém americano sofreu; nossos navios foram alvejados dezenas de vezes no Mar Vermelho. O Irã armou e financiou organizações militantes que minam governos legítimos e desestabilizam uma região já frágil. 

A busca incessante do Irã por capacidades avançadas de sistemas de mísseis, aliada à sua recusa em abandonar as ambições nucleares, apesar das oportunidades diplomáticas, representa um perigo grave e crescente. A comunidade internacional há muito afirma um princípio simples e necessário: o Irã não pode ter armas nucleares. Esse princípio não é uma questão política; é uma questão de segurança global. E, para esse fim, os Estados Unidos estão tomando medidas legais. 

Este órgão, o Conselho de Segurança das Nações Unidas, agiu repetidamente em relação a essa ameaça. Há 20 anos, a partir de 2006, a Resolução 1696 exigiu que o Irã suspendesse todas as atividades relacionadas ao enriquecimento e reprocessamento de urânio, invocando o Capítulo VII da Carta da ONU e adotando uma resolução juridicamente vinculativa. Quando o Irã não cumpriu a exigência, o Conselho, este Conselho, promulgou a Resolução 1737, impondo sanções obrigatórias, incluindo proibições de materiais e tecnologia relacionados à energia nuclear, congelamento de bens de indivíduos e entidades-chave ligados ao seu programa nuclear e criando um comitê de sanções. Resoluções subsequentes a Resolução 1747, em 2007, que ampliou os embargos de armas e o congelamento de bens; a Resolução 1803, em 2008, que endureceu as restrições a bens de dupla utilização e exigiu inspeções de cargas iranianas; e a Resolução 1835, em 2008, que reafirmou a necessidade de pleno cumprimento das sanções; e a Resolução 1929, de 2010, a mais abrangente, que proibiu atividades relacionadas a mísseis balísticos, endurecendo o embargo de armas convencionais, tendo como alvo a Guarda Revolucionária Islâmica e as linhas de navegação, e proibindo novos relacionamentos bancários com o Irã  construíram uma estrutura multilateral robusta para conter as ambições nucleares e de mísseis do Irã. Essas medidas, adotadas sob o Capítulo VII, representaram o julgamento coletivo mundial de que as ações do Irã constituíam uma ameaça à paz e à segurança internacionais.    

E, apesar das inúmeras oportunidades para um caminho alternativo, o Irã permaneceu desafiador e o Conselho de Segurança decidiu, em 19 de setembro do ano passado, restabelecer essas medidas, reativando o mecanismo de retomada automática de sanções, enviando uma mensagem clara de que o mundo não aceitará ameaças nem soluções pela metade — e que Teerã será responsabilizada. 

Além dessas ações da ONU, os EUA recorreram à diplomacia — repetidamente e de boa-fé. O presidente Trump, o secretário Rubio e nossos enviados especiais, Witkoff e Kushner, se dedicaram incansavelmente à diplomacia. Mas a diplomacia não pode ter sucesso onde não há uma disposição genuína para cessar a agressão, onde não há um parceiro genuíno para a paz.   

Como disse hoje o presidente Trump, se dirigindo diretamente ao povo iraniano: "Ao grande e orgulhoso povo do Irã, vi esta noite que a hora da sua liberdade está próxima." O mundo inteiro testemunhou o massacre indiscriminado de civis inocentes pelo regime. A triste ironia é que este mesmo regime tentará hoje nos dar lições sobre direitos humanos e o Estado de Direito. A sua presença aqui neste Conselho é um escárnio a esta organização. 

Mas onde a ONU carece de clareza moral, os Estados Unidos da América a manterão. 

Os ataques indiscriminados e não provocados do regime iraniano hoje contra nossos parceiros regionais Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Qatar, Jordânia, Arábia Saudita e outros reforçam precisamente por que tais ações são necessárias. O regime não atacou apenas alvos militares, mas também infraestrutura civil. Aqueles que estão ao nosso lado devem saber que sua segurança não é negociável. A segurança de nossos aliados não é condicional. Ela é garantida. Em suma, colegas, nossos aliados e parceiros podem contar com os Estados Unidos e podem contar com o presidente Trump.   

Colegas, a paz não é preservada apaziguando aqueles que a ameaçam. A paz é preservada por meio da força diante do terror. 

A história nos tem ensinado que o custo da inação é muito maior do que o ônus de uma ação decisiva. E o nosso presidente, o presidente Trump, tomou essa ação decisiva hoje. 

Obrigado. 

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial. 


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