Tuesday, July 1, 2025

Artigo “Tornando a ajuda externa grande novamente”

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



Autor: MARCO RUBIO, SECRETÁRIO DE ESTADO

Todo servidor público tem a obrigação para com cidadãos americanos de garantir que todos os programas que financiam promovam os interesses de nossa nação. Durante a análise minuciosa feita pelo governo Trump de milhares de programas e mais de US$ 715 bilhões em gastos ajustados pela inflação ao longo das décadas, ficou evidente que a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) ficou bem abaixo desse padrão.

A Usaid teve décadas e um orçamento dos contribuintes quase ilimitado para fazer avançar a influência americana, promover o desenvolvimento econômico em todo o mundo e permitir que bilhões de pessoas consigam se manter por conta própria.

Além de criar um complexo industrial de ONGs que se estende por todo o mundo às custas dos contribuinte, a Usaid tem pouco a mostrar desde o fim da Guerra Fria. Os objetivos de desenvolvimento raramente foram alcançados, a instabilidade muitas vezes piorou e o sentimento antiamericano só cresceu. No cenário global, os países que mais se beneficiam de nossa generosidade geralmente não retribuem. Por exemplo, em 2023, nações da África Subsaariana votaram com os Estados Unidos apenas 29% das vezes em resoluções essenciais na ONU, apesar de terem recebido US$ 165 bilhões em gastos desde 1991. Essa é a taxa mais baixa do mundo. No mesmo período, mais de US$ 89 bilhões investidos no Oriente Médio e no Norte da África deixaram os EUA com índices de favorabilidade mais baixos do que a China em todas as nações, exceto no Marrocos. Os gastos de US$ 9,3 bilhões da agência em Gaza e na Cisjordânia desde 1991, cujos beneficiários incluíam aliados do Hamas, geraram queixas em vez de gratidão para com os Estados Unidos. Os únicos que viviam bem eram os executivos das inúmeras ONGs, que muitas vezes desfrutavam de estilos de vida cinco estrelas financiados pelos contribuintes americanos, enquanto aqueles que eles supostamente ajudavam ficavam ainda mais para trás.

Essa era de ineficiência sancionada pelo governo chegou oficialmente ao fim. Sob a regência do governo Trump, finalmente teremos uma missão de financiamento estrangeiro nos Estados Unidos que prioriza nossos interesses nacionais. A partir de 1º de julho, a Usaid deixará oficialmente de implementar a ajuda externa. Os programas de ajuda externa que se alinham com as políticas do governo — e que promovem os interesses americanos — serão administrados pelo Departamento de Estado, onde serão cumpridos com mais responsabilidade, estratégia e eficiência.

Não nos desculparemos por reconhecer que o compromisso de longa data dos Estados Unidos com a ajuda humanitária vital e com a promoção do desenvolvimento econômico no exterior deve estar em consonância com uma política externa Estados Unidos em Primeiro Lugar.

A Usaid via sua base de apoio como as Nações Unidas, ONGs multinacionais e a comunidade global em geral — não os contribuintes americanos que financiaram seu orçamento ou o presidente que elegeram para representar seus interesses no cenário mundial. A Usaid comercializava seus programas como uma instituição de caridade, em vez de instrumentos da política externa americana destinados a promover nossos interesses nacionais. Com muita frequência, esses programas promoviam ideais e grupos antiamericanos, desde a "DEI" (diversidade, equidade e inclusão) global, censura e operações de mudança de regime, até ONGs e organizações internacionais em conluio com a China comunista e outros adversários geopolíticos.

Isso termina hoje, e onde antes havia um arco-íris de logotipos não identificáveis ​​em ajuda humanitária, agora haverá um símbolo reconhecível: a bandeira americana. Os beneficiários merecem saber que a assistência prestada a eles não é uma esmola de uma ONG desconhecida, mas um investimento do povo americano.

Igualmente importante, o modelo assistencialista fracassou porque a liderança dessas nações em desenvolvimento criou uma dependência. Pesquisas do Departamento de Estado revelam que o sentimento predominante em países que anteriormente recebiam financiamento da Usaid é favorável ao comércio e não à ajuda. Após interagir com nações da América Latina e da África, ouvimos constantemente que países em desenvolvimento desejam investimentos que os capacitem a crescer de forma sustentável — e não décadas de apoio paternalista administrado pela ONU ou pela Usaid. O Departamento tem ouvido constantemente o mesmo de pessoas nessas nações: um zambiano disse a diplomatas americanos que seria mais útil para seus compatriotas aprenderem a pescar do que receberem peixes do governo dos EUA; uma etíope disse que considerava os benefícios mútuos do investimento superiores à natureza unilateral da ajuda; e muitos outros exemplos para relatar.

Os americanos não devem pagar impostos com o intuito de financiar governos falidos em terras distantes. No futuro, nossa assistência será direcionada e terá prazo limitado. Favoreceremos nações que demonstrem capacidade e disposição para se ajudarem e direcionaremos nossos recursos a áreas onde possam ter um efeito multiplicador, e catalisar o setor privado duradouro, incluindo empresas americanas e o investimento global.

Esse trabalho está bem encaminhado. Já estamos observando um tremendo progresso em fazer com que a ONU, outros aliados e fundos privados paguem uma parcela maior de projetos em todo o mundo, um processo equiparado ao sucesso do presidente em convencer nossos aliados da Otan a cumprirem seus compromissos de gastos. Estamos consolidando contas de dotações fragmentadas visando construir fundos mais flexíveis e dinâmicos, eliminando processos burocráticos a fim de agir com mais rapidez e responder a crises em tempo real, e implementando novos critérios de eficiência com o objetivo de medir o impacto quantitativamente. Ao empoderar diplomatas em campo por meio de escritórios regionais, estamos criando um ciclo de feedback rápido capaz de garantir que os programas estejam alinhados aos interesses americanos e às necessidades das nações parceiras.

Esse modelo também nos colocará em uma posição mais forte com o intuito de combater o modelo de ajuda exploratória da China e promover nossos interesses estratégicos em regiões-chave ao redor do mundo.

Faremos isso priorizando o comércio em vez da ajuda, a oportunidade em vez da dependência e o investimento em vez da assistência. Para os americanos e muitos ao redor do mundo, 1º de julho marcará o início de uma nova era de parceria global, paz, investimento e prosperidade.

Marco Rubio foi empossado como 72º secretário de Estado em 21 de janeiro de 2025. O secretário está criando um Departamento de Estado que coloca os Estados Unidos em primeiro lugar.

Veja o conteúdo original: https://statedept.substack.com/p/making-foreign-aid-great-again

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial. 


This email was sent to stevenmagallanes520.nims@blogger.com using GovDelivery Communications Cloud on behalf of: Department of State Office of International Media Engagement · 2201 C Street, NW · Washington, DC · 20520 GovDelivery logo

No comments:

Page List

Blog Archive

Search This Blog

FSIS employees face decision deadline under USDA relocation plans

======================================================================= Federal News Network - The Federal Report - June 05, 2026 ====...