Friday, February 6, 2026

A próxima era do controle de armas nucleares

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



Autor: Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio

Durante a Guerra Fria, poucas negociações se mostraram tão complexas quanto aquelas entre os Estados Unidos e a União Soviética visando limitar e reduzir seus vastos arsenais nucleares. Elas exigiram confiança entre adversários que tinham poucos motivos para acreditar nas palavras um do outro, e dependeram de sistemas intrincados e constantes a fim de verificar o cumprimento dos acordos. Estadistas americanos perseveraram e chegaram a uma série de acordos, primeiro com a União Soviética e depois com a Federação Russa, que tornaram os Estados Unidos mais seguros.

Tudo tem seu tempo, e ontem, o Novo Tratado Start expirou. Defensores do controle de armas e muitas vozes na mídia tentaram retratar a expiração como um sinal de que os Estados Unidos estão iniciando uma nova corrida armamentista nuclear. Essas preocupações ignoram o fato de que a Rússia deixou de implementar o Novo Tratado Start em 2023, após desrespeitar seus termos por anos. Um tratado exige pelo menos duas partes, e a escolha que se apresentava aos Estados Unidos era se vincular unilateralmente ou reconhecer que uma nova era exige uma nova abordagem. Não o antigo Start de sempre, mas algo novo. Um tratado que reflita o fato de que os Estados Unidos poderão em breve enfrentar não um, mas dois pares nucleares: a Rússia e a China.

A rápida e opaca expansão do arsenal nuclear da China desde a entrada em vigor do Novo Tratado Start tornou obsoletos os modelos anteriores de controle de armas, baseados em acordos bilaterais entre os Estados Unidos e a Rússia. Desde 2020, a China aumentou seu estoque de armas nucleares de pouco mais de 200 para mais de 600 ogivas e está a caminho de ter mais de mil ogivas até 2030. Um acordo de controle de armas que não leve em conta o aumento do arsenal da China, que a Rússia está apoiando, sem dúvida deixará os Estados Unidos e seus aliados menos seguros.

O presidente Trump tem sido claro, consistente e inequívoco ao afirmar que o futuro controle de armas deve abordar não apenas um, mas ambos os arsenais nucleares de potências equivalentes.

Nosso apelo por um controle multilateral de armas nucleares e por diálogos sobre estabilidade estratégica, apresentado hoje em Genebra, reflete os princípios estabelecidos pelo presidente Trump. 

Primeiro, o controle de armas não pode mais ser uma questão bilateral entre os Estados Unidos e a Rússia. Como o presidente deixou claro, outros países têm a responsabilidade de ajudar a garantir a estabilidade estratégica, e nenhum mais do que a China. Segundo, não aceitaremos termos que prejudiquem os Estados Unidos ou que ignorem o descumprimento dessas condições na busca de um futuro acordo. Deixamos nossos padrões claros e não os comprometeremos para alcançar o controle de armas pelo controle de armas em si. Terceiro, sempre negociaremos a partir de uma posição de força. A Rússia e a China não devem esperar que os Estados Unidos permaneçam parados enquanto elas se esquivam de suas obrigações e expandem suas forças nucleares. Manteremos uma dissuasão nuclear robusta, confiável e modernizada. Mas faremos isso enquanto buscamos todos os caminhos para atender ao desejo genuíno do presidente por um mundo com menos dessas armas terríveis. 

Entendemos que esse processo pode levar tempo. Acordos anteriores, incluindo o Novo Start, levaram anos para serem negociados e foram desenvolvidos com base em décadas de precedentes. Eles também foram firmados entre duas potências, não três ou mais. No entanto, o fato de algo ser difícil não significa que não devamos persegui-lo ou nos contentar com menos. Ninguém entende melhor do que o presidente Trump que acordos difíceis são frequentemente os únicos que valem a pena, já que ele tem reiteradamente enfatizado o poder aterrador das armas nucleares e seu desejo de reduzir as ameaças nucleares globais. Hoje, em Genebra, estamos dando os primeiros passos rumo a um futuro em que a ameaça nuclear global seja reduzida na prática, e não apenas no papel. Esperamos que outros se juntem a nós. 

Marco Rubio tomou posse como o 72º secretário de Estado em 21 de janeiro de 2025. O secretário está criando um Departamento de Estado que coloca os Estados Unidos em Primeiro Lugar.


Veja o conteúdo original: https://statedept.substack.com/p/the-next-era-of-nuclear-arms-control 

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.


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