Friday, January 2, 2026

Mais vidas salvas com menos dinheiro dos contribuintes: o governo Trump lidera uma “Reestruturação Humanitária” nas Nações Unidas

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



COMUNICADO DE IMPRENSA

ESCRITÓRIO DO PORTA-VOZ

Hoje, em Genebra, o Departamento de Estado dos EUA e o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) que define um novo paradigma para o financiamento dos EUA à assistência humanitária da ONU. O acordo histórico, firmado no âmbito da iniciativa "Reestruturação Humanitária" do Ocha, reafirma o compromisso inabalável dos Estados Unidos em apoiar ações humanitárias essenciais visando salvar vidas em todo o mundo, ao mesmo tempo em que implementa reformas vitais para aumentar o impacto, a eficiência e a prestação de contas desse trabalho aos contribuintes americanos. Espera-se que os compromissos financeiros assumidos hoje pelos EUA forneçam apoio vital a dezenas de milhões de pessoas em extrema necessidade em todo o mundo em 2026.

Os Estados Unidos ajudaram a fundar as Nações Unidas e têm sido o maior financiador do sistema da ONU e o doador humanitário mais generoso da história.

No entanto, como o presidente Trump deixou claro, a ONU tem falhado cada vez mais em cumprir sua promessa. Embora as contribuições anuais dos EUA para a ONU tenham aumentado significativamente nos últimos anos — alcançando US$8 a US$10 bilhões anualmente em contribuições voluntárias em favor da assistência humanitária da ONU — muitos órgãos da ONU têm abandonado sua missão de promover a paz e a segurança globais, muitas vezes adotando ideologias sociais radicais, agindo para minar os interesses e os valores americanos, e comprometendo a paz, a soberania e a prosperidade compartilhada. É exatamente por isso que o presidente Trump tem liderado reformas históricas em nossa estrutura de assistência externa e determinou uma revisão rigorosa da participação e do apoio americano às organizações internacionais, com o objetivo de reformar o sistema da ONU e reorientar a organização de volta às suas origens. 

Em nenhum outro lugar a reforma é mais importante do que nas agências humanitárias, que desempenham algumas das funções mais críticas da ONU. A rede de mandatos humanitários sobrepostos da ONU há muito sofre com a influência ideológica, a duplicação exasperante e as ineficiências burocráticas, além da má coordenação. Outros doadores humanitários se juntaram ao presidente Trump a fim de deixar claro que uma reforma estrutural visando trazer o sistema humanitário de volta ao seu mandato de salvar vidas é há muito necessária.

O acordo de hoje é um passo fundamental nesses esforços de reforma, equilibrando o compromisso do presidente Trump de manter os Estados Unidos como a nação mais generosa do mundo com a necessidade de usar os dólares dos contribuintes americanos de forma responsável, reformando a maneira como financiamos, supervisionamos e nos integramos aos esforços humanitários da ONU. 

Esse acordo estabelece um novo paradigma, pelo qual os Estados Unidos substituirão o atual conjunto confuso e sem responsabilização de subsídios fragmentados baseados em projeto por um conjunto de mecanismos de financiamento consolidados e flexíveis, em nível de país ou de crise. Esses mecanismos serão administrados pelo Ocha (Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários), em conformidade com acordos de políticas abrangentes em nível de país, que regerão a prestação de assistência humanitária da ONU em países específicos de operação e garantirão o alinhamento com interesses e prioridades americanos. Esses acordos concentrarão o financiamento em atividades altamente prioritárias de salvamento de vidas; estabelecerão novos e robustos mecanismos de impacto, prestação de contas e supervisão; aumentarão a eficiência e a flexibilidade das operações humanitárias; e compartilharão melhor o ônus do trabalho humanitário entre os principais doadores. Esse novo modelo permitirá que o Departamento de Estado administre a assistência humanitária de forma mais eficiente e alcance quase o dobro do impacto em termos de salvamento de vidas para cada dólar americano gasto em ajuda humanitária administrada pela ONU.  

Como parte dessa nova estrutura, os Estados Unidos estão comprometendo um aporte inicial de US$ 2 bilhões como financiamento âncora para apoiar atividades de assistência que salvam vidas em dezenas de países. Espera-se que essa contribuição histórica proteja dezenas de milhões de pessoas da fome, de doenças e da devastação da guerra somente em 2026. Graças ao aumento significativo da eficiência e à alta priorização do impacto no salvamento de vidas, esse novo modelo também deverá gerar uma economia de cerca de US$ 1,9 bilhão para os contribuintes americanos em comparação com modelos de financiamento de subsídios mais antigos e ultrapassados.

"Agradeço calorosamente aos Estados Unidos por esse compromisso extraordinário com a ação humanitária — um poderoso ato de liderança e generosidade que ajudará a salvar milhões de vidas", afirmou Tom Fletcher, subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários e coordenador de Ajuda de Emergência. "Em um momento de enorme pressão global, os Estados Unidos estão demonstrando ser uma superpotência humanitária, oferecendo esperança a pessoas que perderam tudo." 

"O acordo de hoje inaugura uma nova era de ação humanitária da ONU e de liderança dos EUA no sistema das Nações Unidas", disse Jeremy Lewin, alto funcionário responsável por Assistência Externa, Assuntos Humanitários e Liberdade Religiosa (F). "Ele transfere o financiamento dos EUA ao trabalho humanitário da ONU para mecanismos de financiamento claramente definidos, responsáveis, eficientes e altamente priorizados, garantindo que cada dólar do contribuinte gasto em assistência humanitária promova os interesses nacionais americanos e alcance o maior impacto possível em salvar vidas. Durante o segundo mandato do presidente Trump, essa parceria salvará dezenas de milhões de vidas em todo o mundo, ao mesmo tempo que gerará bilhões de dólares em economia para os contribuintes americanos, graças à maior eficiência."  

"Essa reestruturação humanitária nas Nações Unidas deve permitir a entrega de mais ajuda com menos dinheiro dos contribuintes — fornecendo assistência mais focada e orientada para resultados, alinhada com a política externa dos EUA", disse Michael Waltz, embaixador dos EUA nas Nações Unidas. 

Ao longo do tempo, o Departamento de Estado espera que todo o financiamento dos EUA ao trabalho humanitário da ONU seja canalizado por meio de fundos conjuntos administrados pelo Ocha. Esse novo modelo apresenta vários benefícios importantes para os Estados Unidos e para os contribuintes americanos:

  • Projetos altamente priorizados, incentivos orientados para a eficiência e marcações negativas maximizarão o impacto humanitário de salvamento de vidas por dólar investido. Isso significa mais vidas salvas com menos dinheiro dos contribuintes, permitindo que o governo Trump reduza o ônus do sistema da ONU para o contribuinte americano sem comprometer o importante trabalho de salvar vidas.
  • Os fundos conjuntos facilitarão uma maior divisão de responsabilidades entre os principais doadores humanitários, permitindo que os recursos dos EUA sejam mais facilmente complementados por outros doadores humanitários e por financiamento privado.
  • Mecanismos de financiamento flexíveis permitirão que o Departamento de Estado administre o financiamento humanitário com mais eficiência, reduzindo materialmente os encargos administrativos do Departamento e permitindo que diplomatas dediquem menos tempo à gestão burocrática de subsídios e mais tempo à supervisão de políticas, à prestação de contas e à análise de impacto. Economias semelhantes dentro do sistema da ONU facilitarão a consolidação e permitirão que as agências da ONU dediquem mais recursos à prestação de assistência humanitária na linha de frente.
  • Os fundos serão totalmente flexíveis entre parceiros implementadores da ONU e não pertencentes à ONU, permitindo que o Ocha atenda às necessidades emergentes e enfrente crises emergentes de forma mais rápida e eficaz.
  • O Ocha está criando novas Equipes de Prestação de Contas e Impacto, e instituindo novos procedimentos de relatórios e supervisão que proporcionarão aos formuladores de políticas dos EUA maior visibilidade sobre as operações humanitárias e garantirão que os fundos sejam alocados de forma eficiente e nunca desviados para grupos terroristas ou adversários americanos. 
  • O acordo exige que a ONU consolide as funções humanitárias com o intuito de reduzir a sobrecarga burocrática, duplicações desnecessárias e desvios ideológicos. As agências individuais da ONU precisarão se adaptar, reduzir suas estruturas ou deixar de existir.

Restaurando a grandeza da ajuda externa (em inglês)


Veja o conteúdo original: https://www.state.gov/releases/under-secretary-for-foreign-assistance-humanitarian-affairs-and-religious-freedom/2025/12/more-lives-saved-for-fewer-taxpayer-dollars-trump-administration-leads-humanitarian-resetin-the-united-nations/ 

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial. 


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