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Entrevista do secretário de Estado, Marco Rubio, com George Stephanopoulos, do programa This Week da ABC

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



MARCO RUBIO, SECRETÁRIO DE ESTADO 

Miami, Flórida

PERGUNTA: Temos agora a presença do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Senhor secretário, obrigado por estar conosco nesta manhã. 

SECRETÁRIO RUBIO: Obrigado.

PERGUNTA: O presidente Trump foi bem claro ontem. Ele disse que os Estados Unidos vão administrar a Venezuela. Com base em que autoridade legal?

SECRETÁRIO RUBIO: Em primeiro lugar, o que vai acontecer aqui é que temos uma quarentena sobre o petróleo venezuelano. Isso significa que a economia do país não poderá avançar até que as condições que atendam aos interesses nacionais dos Estados Unidos e aos interesses do povo venezuelano sejam cumpridas. E é isso que pretendemos fazer. Portanto, esse poder de pressão permanece e continua sendo exercido, e esperamos que leve a resultados. Esperamos, estamos otimistas que produza resultados positivos para o povo da Venezuela, e, em última instância, e o mais importante para nós, no interesse nacional dos Estados Unidos. 

Não teremos mais — esperamos que, à medida que avancemos, estabeleçamos as condições para que não exista mais em nosso Hemisfério uma Venezuela que seja um ponto de encontro de muitos de nossos adversários ao redor do mundo, incluindo o Irã e o Hezbollah, que não esteja mais enviando gangues de drogas, que não esteja mais enviando embarcações com drogas, que não seja mais um paraíso do narcotráfico para todas as drogas que saem da Colômbia e passam pelo Caribe em direção aos Estados Unidos. E, obviamente, queremos um futuro melhor para o povo da Venezuela. Queremos que eles tenham uma indústria petrolífera em que a riqueza seja destinada ao povo, e não a um pequeno grupo de indivíduos corruptos e roubada por piratas em todo o mundo. É para isso que estamos trabalhando e pretendemos usar o poder de pressão que temos para ajudar a alcançar esse objetivo.

PERGUNTA: Gostaria de reformular a pergunta: qual é a autoridade legal para que os Estados Unidos administrem a Venezuela? 

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, eu expliquei quais são nossos objetivos e como vamos usar o poder de pressão que temos para fazê-los acontecer. Quanto à nossa autoridade legal em relação à quarentena, é muito simples: temos ordens judiciais. Esses são navios sujeitos a sanções, e recebemos ordens dos tribunais para ir atrás deles e apreendê-los. Então — não sei, um tribunal não é uma autoridade legal?

PERGUNTA: Então, os Estados Unidos estão administrando a Venezuela neste momento?  

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, já expliquei mais uma vez, e farei isso de novo. O que estamos controlando é a direção para onde isso vai avançar, e para isso temos poder. Esse poder que estamos usando e que pretendemos continuar usando — já começamos a usá-lo. Vocês podem ver que eles estão ficando sem capacidade de armazenamento. Em poucas semanas, terão de começar a extrair petróleo, a menos que façam mudanças. E esse poder de influência que temos, com a frota de embarcações que estão posicionadas atualmente, nos permite apreender qualquer navio que tenha sofrido sanções que esteja entrando ou saindo da Venezuela carregado com petróleo ou a caminho para buscar petróleo, e podemos escolher quais navios vamos interceptar. Temos ordens judiciais para cada um deles. Isso continuará em vigor até que as pessoas que controlam os mecanismos de poder naquele país façam mudanças que não sejam apenas do interesse do povo venezuelano, mas também do interesse dos Estados Unidos e das coisas que consideramos importantes. É isso que pretendemos fazer.

PERGUNTA: Mas quando o presidente foi questionado ontem —

SECRETÁRIO RUBIO: A autoridade legal são as ordens judiciais que temos.

PERGUNTA: Quando perguntaram ao presidente ontem quem está administrando a Venezuela, ele disse que era o senhor, disse que era o secretário de Defesa, disse que era o chefe do Comando Conjunto do Estado-Maior. O senhor está administrando a Venezuela neste momento?

SECRETÁRIO RUBIO: George, já expliquei novamente que o poder que temos aqui é o poder de impor uma quarentena. Portanto, trata-se de uma operação do Departamento de Guerra, que, em alguns casos, exerce funções de aplicação da lei em conjunto com a Guarda Costeira na apreensão desses navios. 

Estou obviamente muito envolvido nessas políticas e, aliás, profundamente envolvido, daqui para frente, na condução do que esperamos ver, que algumas dessas mudanças sejam implementadas. Infelizmente, a pessoa que estava lá antes, que não era o presidente legítimo do país, era alguém com quem não podíamos trabalhar, alguém que já havia enganado o governo Biden há alguns anos em um acordo que não cumpriu, e essa é uma pessoa com quem simplesmente não podíamos trabalhar. 

Esperamos que haja pessoas no poder agora — vamos descobrir; a prova estará no que elas fizerem ou deixarem de fazer — que começarão a implementar algumas dessas mudanças que, em última instância, levarão a uma Venezuela substancial e dramaticamente diferente daquela que existiu nos últimos 15 anos. Mas nosso objetivo principal é os Estados Unidos. Nos importamos com a Venezuela, queremos que o país prospere, mas nosso objetivo número um aqui é os Estados Unidos. Chega de drogas. Chega de gangues como o Tren de Aragua vindo em nossa direção. E chega de um país em nosso Hemisfério que se torna um ponto de encontro para todos os nossos adversários ao redor do mundo. O Hezbollah, o Irã, todos eles transformaram a Venezuela em seu playground. Isso não pode e não vai continuar sob este governo.  

PERGUNTA: Então, a sua posição agora é que a vice-presidente, Delcy Rodríguez, é a presidente legítima da Venezuela? 

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, não se trata do presidente legítimo. Nós não acreditamos que esse regime no poder tenha legitimidade eleitoral, e não somos os únicos a pensar assim. Cerca de 60 países ao redor do mundo compartilham dessa visão, incluindo a União Europeia. Mas entendemos que existem pessoas na Venezuela hoje que são as que realmente podem promover mudanças. Por exemplo, quando queremos enviar voos de deportação de migrantes, mesmo sem nunca termos reconhecido o regime de Maduro como legítimo, tivemos de negociar com as autoridades que controlavam o aeroporto. Tivemos de lidar com as pessoas que estavam armadas e que controlavam os aeroportos. Tivemos de negociar com elas para alcançar esses objetivos. Isso é diferente de reconhecer sua legitimidade.

Em última análise, a legitimidade para o seu sistema de governo virá por meio de um período de transição e eleições verdadeiras, algo que eles ainda não tiveram. E, a propósito, é por isso que Maduro não é apenas um traficante de drogas indiciado, ele também é um presidente ilegítimo. Ele não era o chefe de Estado. E continuo vendo reportagens na mídia que se referem a ele como "presidente Maduro" e "chefe de Estado". Ele não era o chefe de Estado. E não somos apenas nós que dizemos isso; o governo Biden disse isso, e cerca de 60 países ao redor do mundo mantêm essa posição.

PERGUNTA: O presidente disse que o senhor conversou com a vice-presidente, Rodríguez, e que ela prometeu fazer tudo o que os Estados Unidos precisarem. Mas, em sua declaração televisionada, ela foi bastante desafiadora, afirmando que Maduro ainda é o presidente e que o povo venezuelano não será mais escravo nem "colônia de um império". Essa é uma citação literal. O que exatamente ela lhe disse e quais são os próximos passos?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, não vamos julgar o andamento das coisas apenas com base no que é dito em coletivas de imprensa. No fim das contas, queremos ver ações concretas. A retórica é uma coisa. A retórica pode ter muitas motivações diferentes. Há muitos motivos pelos quais as pessoas aparecem na televisão e dizem certas coisas nesses países, especialmente 15 ou 12 horas depois que a pessoa que antes estava no comando do regime é algemada e levada para Nova York.

Então, o que eu vou dizer é o seguinte: daqui para frente, a situação é muito simples. Não vamos reagir a declarações em coletivas de imprensa, ao que as pessoas dizem em uma determinada entrevista ou postagens na mídia em algum lugar. Reagiremos a algo muito simples: o que vocês fazem? Não o que vocês dizem em público, mas o que acontece? O que acontece a seguir? O fluxo de drogas será interrompido? As mudanças serão implementadas? O Irã será expulso? O Hezbollah e o Irã deixarão de operar contra nossos interesses a partir da Venezuela? O fluxo migratório vai cessar? As embarcações do narcotráfico deixarão de operar? Vocês vão lidar com o ELN e as Farc, duas organizações narcoterroristas que controlam territórios e operam com impunidade a partir do território venezuelano contra os interesses da Colômbia e dos Estados Unidos?

Essas são as questões que queremos que sejam abordadas. Se forem abordadas, é assim que avaliaremos a situação. Se não forem abordadas, é assim que também a avaliaremos.

PERGUNTA: E o que acontece se esses problemas não forem resolvidos?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, como eu disse, mantemos todas as opções que tínhamos antes desta operação, desta captura e desta prisão. Continuamos. A quarentena está em vigor neste momento. Se você for um navio sujeito a sanções e estiver a caminho da Venezuela, será apreendido na entrada ou na saída, com base em uma ordem judicial emitida por juízes nos Estados Unidos. Continuaremos a aplicar nossas sanções, e isso continuará acontecendo até que sejam feitas mudanças.

Não é possível exagerar o quanto isso é devastador para o futuro deles. Por outro lado, existe uma alternativa. E aqui está a alternativa: uma indústria petrolífera que realmente beneficie o povo, que realmente traga benefícios para as pessoas — não apenas para duas, três ou cinco pessoas que estão roubando, e certamente não para o Irã ou qualquer outra entidade que tenha sofrido sanções e que estamos combatendo.

PERGUNTA: Mas como os Estados Unidos pretendem garantir a segurança dos campos de petróleo? Isso não exigirá a presença de tropas americanas? 

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, em última análise, não se trata de garantir a segurança dos campos de petróleo. Trata-se de garantir que nenhum petróleo que seja alvo de sanções possa entrar ou sair do país até que sejam feitas mudanças na governança de toda essa indústria. Porque, no momento, essa indústria é praticamente inexistente no sentido tradicional. Esses campos de petróleo são, basicamente, operações piratas. As pessoas literalmente roubam o petróleo do solo, e é assim que esse regime se mantém. Um punhado de comparsas se beneficia disso — poços de petróleo específicos, que estão produzindo a cerca de 18% da capacidade, porque o equipamento está todo deteriorado, e eles basicamente embolsam o dinheiro para benefício próprio. Eles vendem o petróleo com desconto nos mercados globais — a 40 ou 50 centavos de dólar. Mas todo esse dinheiro vai para eles. Esses campos de petróleo não beneficiam o povo da Venezuela há mais de uma década. Mas eles transformaram um punhado de pessoas em multimilionários — bilionários. E é isso que tem mantido esse regime no poder. É isso que precisa ser resolvido.  

A maneira de resolver essa situação em benefício do povo venezuelano é permitir que empresas privadas, que não sejam do Irã ou de outros países, entrem, invistam em equipamentos que não recebem investimentos há 20 anos, pois nenhum dos lucros obtidos com o petróleo foi reinvestido — tudo foi roubado — e isso exigirá a participação de empresas estrangeiras que saibam como fazer isso. As pessoas que trabalham nesse setor saberão como proceder. Mas tudo começa com mudanças drásticas na forma como as autoridades responsáveis ​​por essa indústria se comportam. E até que essas mudanças aconteçam, essa situação de quarentena permanecerá.

PERGUNTA: A Chevron é a única empresa americana que opera na Venezuela atualmente, a única empresa petrolífera americana que opera na Venezuela neste momento. O senhor já obteve compromissos de outras empresas petrolíferas americanas para que também operem no país? 

SECRETÁRIO RUBIO: Não conversei com empresas petrolíferas americanas nos últimos dias, mas temos bastante certeza de que haverá um interesse considerável por parte de empresas ocidentais. Empresas que não são russas nem chinesas terão muito interesse. Nossas refinarias na Costa do Golfo dos Estados Unidos são as melhores em termos de refino desse petróleo bruto pesado, e na verdade tem havido escassez de petróleo bruto pesado em todo o mundo. Portanto, creio que haveria uma enorme demanda e interesse por parte da indústria privada se forem dados o espaço e a oportunidade para isso.

E isso gerará enormes royalties para o povo da Venezuela, beneficiando o povo do país, e não apenas um pequeno grupo no topo, mas a população. E isso é possível. Haverá interesse. Não conversei com as empresas desde que tudo isso aconteceu. Certamente sei quem são. E conversei com o secretário Wright e o secretário Burgum, entre outros, e sei que em breve eles farão uma avaliação e conversarão com algumas dessas empresas. Mas não tenho nenhuma preocupação de que não haverá interesse. Haverá um interesse enorme se o processo for conduzido da maneira correta.

PERGUNTA: Ainda não ficou claro para mim qual é a autoridade legal para os Estados Unidos administrarem o país da Venezuela, mas vários membros do Congresso e outros especialistas em Direito afirmaram que essa operação para capturar Maduro foi ilegal porque não houve autorização do Congresso. Por que a autorização do Congresso não foi necessária?

SECRETÁRIO RUBIO: Não foi necessária porque não se tratava de uma invasão. Não ocupamos um país. Foi uma operação de prisão. Foi uma operação de aplicação da lei. Ele foi preso em território venezuelano por agentes do FBI, teve seus direitos lidos e foi retirado do país.

Eu incentivo a todos — sei que é domingo, as pessoas estão ocupadas. Mas as acusações foram agora divulgadas. As pessoas deveriam ler essas acusações. Deveriam ler essas acusações. Deveriam ler o que esse homem fez durante os últimos 15 anos de sua vida contra os Estados Unidos — ele e sua esposa. Ele foi preso. Obviamente, não se tratava de um território amigável, então, para prendê-lo, tivemos de solicitar o envolvimento do Departamento de Guerra nessa operação. 

O Departamento de Guerra entrou em ação. Eles neutralizaram qualquer coisa que representasse uma ameaça aos agentes que estavam entrando para prendê-lo, e atacaram tudo que representasse uma ameaça na saída, e atacaram qualquer coisa que representasse uma ameaça enquanto estavam em solo. E essa foi uma operação muito limitada e direcionada. É também uma operação baseada em gatilhos. Várias condições precisavam estar presentes. O clima tinha de estar adequado. Ele precisava estar em um local específico. Tudo tinha de estar alinhado para que a operação acontecesse.

Não é possível notificar o Congresso sobre algo assim por dois motivos. Primeiro, a informação vazaria. É simples assim. Segundo, trata-se de uma circunstância urgente. Era uma situação emergencial e nem sequer sabíamos se seríamos capazes de realizar a operação. Não se poderia notificá-los de que faremos isso em uma terça ou quarta-feira, porque em alguns momentos nem tínhamos certeza se conseguiríamos executar a operação. Não sabíamos se todos os fatores necessários se alinhariam ao mesmo tempo e nas condições ideais. Ele precisava estar no lugar certo, na hora exata, com as condições climáticas adequadas e tudo o mais. Portanto, é muito difícil notificar sobre algo assim, mas o principal motivo é a segurança operacional. Isso teria colocado as pessoas —

PERGUNTA: Bem, como o senhor sabe, o — 

SECRETÁRIO RUBIO:  — que conduziram a operação em sério risco. E, francamente, vários meios de comunicação receberam informações confidenciais de que isso estava para acontecer e as mantiveram em segredo justamente por esse motivo, e agradecemos a eles por isso, pois vidas poderiam ter sido perdidas. Vidas americanas.

PERGUNTA: E o Grupo dos Oito do Congresso tem um histórico de não vazar informações. Mas o senhor mencionou as acusações contra o Sr. Maduro, e é claro que detalham operações de tráfico de drogas. Na mesma jurisdição, o ex-presidente de Honduras foi condenado por acusações semelhantes, e ainda assim o presidente o perdoou. Eis o que o vice-presidente do Comissão de Inteligência do Senado, Mark Warner, disse a respeito: "Não se pode argumentar de forma crível que as acusações de tráfico de drogas exigem uma invasão em um caso, enquanto se concede um perdão em outro." Qual é sua resposta?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, o presidente tem autoridade para conceder indultos. Foi ele quem analisou o processo com a equipe da Casa Branca para tomar essas decisões de indulto. E eu sugiro que perguntem a eles, pois não estou envolvido no processo de indulto, portanto não posso comentar sobre isso, já que não participei desse processo.

Mas o presidente explicou ontem que sentiu que, naquele caso específico, houve injustiça e que houve injustiça na forma como aquele indivíduo foi tratado. E ele também mencionou o fato de que o partido que venceu as eleições em Honduras havia solicitado isso. Portanto, eu apontaria essas declarações como a justificativa para a decisão.

No caso de Maduro, veja, é muito simples. Esse sujeito foi indiciado. Ninguém nunca fez nada a respeito, e ele não acreditava que estava sob ameaça ou que a acusação seria algum dia aplicada.

PERGUNTA: Hernández foi condenado.

SECRETÁRIO RUBIO: Entrou em vigor ontem.

PERGUNTA: Hernández foi condenado por um júri.

SECRETÁRIO RUBIO: Eu entendo. Você está perguntando — a prerrogativa para conceder indultos é algo em que não estou envolvido em minha função. Não estou criticando isso. Não posso simplesmente comentar sobre o assunto porque não participei dessas deliberações.

PERGUNTA: O senhor apoia essa decisão?

SECRETÁRIO RUBIO: Eu não participei dessas deliberações. Não examinei o processo. Não analisei os argumentos apresentados. Tenho muitas outras coisas para fazer que estão sob minha responsabilidade como secretário de Estado e conselheiro de Segurança Nacional, mas indultos não estão entre elas. Portanto, simplesmente não posso comentar sobre um caso que, francamente, tenho conhecimento, mas não em detalhes, e não quero comentar sobre algo em que não tive a oportunidade de participar da análise do processo e dos fundamentos por trás da decisão.

PERGUNTA: Sr. secretário, obrigado pelo seu tempo nesta manhã.  

SECRETÁRIO RUBIO: Obrigado. 


Veja o conteúdo original: https://www.state.gov/releases/office-of-the-spokesperson/2026/01/secretary-of-state-marco-rubio-with-george-stephanopoulos-of-abcs-this-week/ 

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.


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