Wednesday, January 7, 2026

Pronunciamento do secretário de Estado, Marco Rubio, e do secretário de Guerra, Pete Hegseth, à imprensa

Department of State United States of America

Tradução cortesia do Departamento de Estado dos Estados Unidos



PRONUNCIAMENTO    

MARCO RUBIO, SECRETÁRIO DE ESTADO
Washington, DC

PERGUNTA: Por que vocês estavam discutindo isso a portas fechadas?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, há muitos detalhes operacionais que evidentemente não podem ser discutidos publicamente, por razões óbvias. Portanto, à medida que avançarmos, descreveremos nosso processo, que é um processo em três etapas na Venezuela. Acabei de descrevê-lo a eles.

A primeira etapa é a estabilização do país. Não queremos que ele mergulhe no caos. Parte dessa estabilização, e a razão pela qual entendemos e acreditamos que temos o maior poder de influência possível, é a nossa quarentena. Como vocês viram hoje, mais dois navios foram apreendidos. Estamos neste momento, e prestes a executar, um acordo para assumir todo o petróleo — eles têm petróleo retido na Venezuela; não conseguem movimentá-lo por causa da nossa quarentena e porque está sob sanções. Vamos assumir entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo. Vamos vendê-lo no mercado — a preços de mercado, não com os descontos que a Venezuela estava obtendo. Esse dinheiro será então administrado de forma que controlaremos sua destinação, de modo a beneficiar o povo venezuelano — não a corrupção, não o regime. Portanto, temos muito poder de influência a fim de avançar no processo de estabilização.    

A segunda fase será uma fase que chamamos de recuperação, e consiste em garantir que empresas americanas, ocidentais e outras tenham acesso ao mercado venezuelano, de maneira justa; também, ao mesmo tempo, começar a criar o processo de reconciliação nacional dentro da Venezuela para que as forças de oposição possam ser anistiadas e libertadas — das prisões ou levadas de volta ao país, e começar a reconstruir a sociedade civil. 

E então a terceira fase, é claro, será a de transição.

Algumas dessas fases se sobreporão. Descrevi isso a eles em grande detalhe. Teremos mais detalhes nos próximos dias. Mas sentimos que estamos avançando de forma muito positiva.

PERGUNTA: (Fora do microfone.)  

PERGUNTA: Secretário Rubio, alguns senadores — alguns senadores que participaram daquela coletiva — estão descrevendo sua operação de várias maneiras, dizendo que vocês estão improvisando, que não há um plano para a Venezuela daqui para frente, ou que tudo isso é —

SECRETÁRIO RUBIO: Sim, eu sei, eles vão dizer isso. Eu também já fui senador; é isso que sempre se diz quando se trata do outro partido. O ponto central é que detalhamos o planejamento para eles; nós o descrevemos para eles. Na verdade, não se trata apenas de improvisar, não se trata apenas de dizer ou especular que isso vai acontecer — já está acontecendo. Por exemplo, o acordo sobre o petróleo que fizemos com a PDVSA referente ao petróleo alvo de sanções que eles não podem movimentar — entendam, eles não estão gerando nenhuma receita com o petróleo neste momento. Eles não podem movimentá-lo a menos que permitamos, porque temos sanções, porque estamos aplicando essas sanções.   

Isso é uma enorme vantagem. Estamos exercendo-a de forma positiva. O presidente descreveu isso ontem à noite. O secretário Wright terá mais a dizer sobre isso hoje, ele está envolvido na gestão desse portfólio, e estamos muito confiantes de que isso não apenas gerará receita que será usada em benefício do povo venezuelano — e garantiremos que seja esse o caso — mas também nos dará um grande poder de influência e controle sobre como esse processo avança.

PERGUNTA: (Fora do microfone.)

PERGUNTA: Senhor secretário, Sr. secretário, sobre a Dinamarca. Sobre a Dinamarca, senhor. Sr. secretário, sobre a Dinamarca. Por que o governo não aceitou a oferta da Dinamarca para discutir a situação da Groenlândia? E o senhor vai —

SECRETÁRIO RUBIO: Ah, vou me reunir com eles na semana que vem.

PERGUNTA: Mas o senhor vai descartar a intervenção militar?

SECRETÁRIO RUBIO: Não estou aqui para falar sobre a Dinamarca ou intervenção militar. Vou me reunir com eles na semana que vem; teremos essas conversas com eles então. E — mas não tenho nada a acrescentar sobre isso hoje. 

PERGUNTA: (Fora do microfone.)

PERGUNTA: (Fora do microfone.) 

PERGUNTA: O senhor pode esclarecer seus comentários aos parlamentares? Os EUA pretendem comprar a Groenlândia?

SECRETÁRIO RUBIO: O quê? O quê, o quê?

PERGUNTA: (Fora do microfone.)

PERGUNTA: Os EUA pretendem comprar a Groenlândia? O senhor pode esclarecer seus comentários aos parlamentares esta semana?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, essa sempre foi a intenção do presidente desde o início. Ele mencionou isso desde o começo. Quero dizer, isso não é novidade; ele falou sobre isso em seu primeiro mandato. E ele não é o primeiro presidente dos EUA a avaliar ou considerar como poderíamos adquirir a Groenlândia. Há um interesse nisso. Mas — então eu apenas os lembrei do fato de que não só Truman quis fazer isso, mas o presidente Trump vem falando sobre isso desde seu primeiro mandato. 

PERGUNTA: (Fora do microfone.)

SECRETÁRIO RUBIO: O quê, o quê?

PERGUNTA: A Casa Branca divulgou um comunicado ontem à noite dizendo que a opção militar está sendo considerada.

SECRETÁRIO RUBIO: Você realmente perdeu muito peso. Parabéns. 

PERGUNTA: Obrigado, Sr. secretário. Eles disseram que a opção militar está sendo considerada. Então, o governo está realmente disposto a arriscar a Aliança da Otan ao potencialmente avançar com uma operação militar?

SECRETÁRIO RUBIO: Pessoal, o que acho que a Casa Branca disse ontem é o que eu vou dizer a vocês agora e o que sempre disse. O presidente sempre manteve a opção, se ele — todo presidente, não apenas este presidente, todo presidente — sempre mantém a opção — não estou falando da Groenlândia; estou falando de forma geral. Se o presidente identificar uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos, todo presidente mantém a opção de lidar com isso por meios militares.  

Como diplomata — que é o que sou agora e no que trabalhamos — sempre preferimos resolver as coisas de outras maneiras. Isso inclui a Venezuela. Tentamos repetidamente chegar a um resultado que não envolvesse ter de intervir e capturar um traficante de drogas indiciado. Infelizmente, essas tentativas não tiveram sucesso.

PERGUNTA: Sobre a Venezuela, o povo venezuelano está acordando sob o mesmo regime. O senhor não se preocupa com isso? 

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, em primeiro lugar, o ponto principal é que agora existe um processo em vigor, no qual temos um controle e influência enormes sobre o que essas autoridades interinas estão fazendo e são capazes de fazer. Mas, obviamente, este será um processo de transição. No fim das contas, caberá ao povo venezuelano transformar seu país. Estamos preparados, sob as condições certas, usando a influência que temos, que inclui o fato de que eles não podem movimentar nenhum petróleo a menos que permitamos —

PERGUNTA: Quanto tempo isso pode levar? 

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, novamente, não vou fornecer um cronograma. Queremos que isso aconteça o mais rápido possível. Mas — não esperávamos que isso acontecesse — faz apenas três dias, quatro dias desde que isso aconteceu. Então, entendo que, neste ciclo da sociedade em que vivemos, todos querem resultados imediatos; querem que aconteça da noite para o dia. Não vai funcionar assim. Mas o trabalho — já estamos vendo progresso com este novo acordo que foi anunciado e outros acordos virão. Vocês já estão vendo como a influência que os Estados Unidos têm sobre essas autoridades interinas começará a gerar resultados positivos.

PERGUNTA: O senhor disse — acabou de dizer —    

PERGUNTA: Quanto isso custa aos contribuintes americanos? Americanos — quanto — por quanto tempo o público americano pode —

SECRETÁRIO RUBIO: Não nos custa — isso não nos custa —

PERGUNTA: Apenas o envolvimento, o envolvimento dos EUA na Venezuela, quanto vai custar aos contribuintes?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, não vai nos custar dinheiro. Por exemplo, este acordo de petróleo que está acontecendo não nos custa dinheiro — pelo contrário. E se isso abrir —

PERGUNTA: O petróleo (inaudível) não custará nada ao contribuinte americano?

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, veja — eu não tenho os números. De que operação você está falando? Da operação inteira?

PERGUNTA: Sim.

SECRETÁRIO RUBIO: Bem, essas tropas estarão — nenhuma dessas tropas fica parada esperando por ação. Elas estão mobilizadas em algum lugar do mundo. Se não estão aqui, estariam em outro lugar. Só hoje, nossas forças que não estão mobilizadas no Caribe apreenderam uma embarcação, uma embarcação que foi alvo de sanções ligada à Guarda Revolucionária Islâmica, que tentou fugir de nós. Isso aconteceu em outro local. Estamos constantemente em ação. Temos embarcações no Mediterrâneo; temos navios no Oriente Médio; temos navios no Indo-Pacífico. Esses navios — se não estivessem no Caribe, estariam em outro lugar realizando operações. É isso que a Marinha faz.

PERGUNTA: Sim. 

PERGUNTA: Sobre isso — sobre esse assunto, senhor, é — sobre esse assunto —  

SECRETÁRIO RUBIO: Sim.

SECRETÁRIO HEGSETH: Quero — quero enfatizar essa pergunta da CNN. A pergunta nunca é feita sobre quanto custa quando estão no Mediterrâneo, no Mar Vermelho, no Oceano Índico ou no Pacífico. Mas agora que estão em nosso Hemisfério em uma missão contra cartéis ou garantindo que um indivíduo indiciado seja levado à justiça, vocês estão perguntando sobre o custo. É uma pergunta desonesta para começar.

PERGUNTA: Haverá tropas em solo? Haverá tropas em solo?  

SECRETÁRIO HEGSETH: Vocês estão tentando encontrar qualquer ângulo possível para minar o sucesso de uma das missões militares mais históricas que o mundo já viu. O nível de sofisticação sobre o qual o Senado e a Câmara acabaram de receber em briefing, em nível confidencial, é algo que somente os Estados Unidos da América conseguem realizar. O mundo está percebendo isso. Certamente, a Venezuela está percebendo isso. E isso continua, porque dois navios-tanque — dois durante a noite — foram apreendidos pelos Estados Unidos da América, sem bandeira ou sob sanções, porque o bloqueio de petróleo, a quarentena de petróleo de navios sem bandeira ou sob sanções continua. Essa pressão continuará, como o secretário Rubio descreveu. 

PERGUNTA: Há mais navios-tanque a serem apreendidos?

PERGUNTA: (Fora do microfone.)

SECRETÁRIO HEGSETH: Então, nossas Forças Armadas estão preparadas para continuar isso.

PERGUNTA: Mais navios-tanque a serem apreendidos?

PERGUNTA: (Fora do microfone.)

SECRETÁRIO HEGSETH: Como ele disse, o presidente, quando fala, ele cumpre. Ele não está brincando. Somos um governo de ação para promover nossos interesses. E isso está em plena evidência. Estamos felizes em informar a Câmara e o Senado porque não temos nada a esconder.

PERGUNTA: Senhor?

PERGUNTA: Secretário Hegseth?

PERGUNTA: (Fora do microfone.) 

PERGUNTA: Secretário Hegseth? 

SECRETÁRIO RUBIO: Não, não, não. Duas coisas rápidas. Okay, primeiro ponto — porque temos de ir, porque precisamos apresentar um briefing para a Câmara, e se não o fizermos e eles ficarem irritados conosco, vocês terão de nos defender. Isso aconteceu porque estávamos conversando com vocês.

Gostaria de fazer mais uma observação, e é um ponto muito interessante. Um dos navios que foi apreendido com petróleo no Caribe — vocês sabem o que as autoridades interinas estão pedindo na Venezuela? Elas querem que esse petróleo apreendido faça parte deste acordo. Elas entendem que a única maneira de movimentar petróleo, gerar receita e evitar o colapso econômico é cooperando e trabalhando com os Estados Unidos. E é isso que vemos que vai acontecer.

Temos de ir falar com a Câmara, pessoal. Peço desculpas.


Veja o conteúdo original: https://www.state.gov/releases/office-of-the-spokesperson/2026/01/secretary-of-state-marco-rubio-and-secretary-of-war-pete-hegseth-remarks-to-the-press/ 

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.


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Entretien téléphonique du secrétaire Rubio avec les ministres des Affaires étrangères du G7

Department of State United States of America

Traduction fournie par le département d'État des États-Unis à titre gracieux



Département d'État des États-Unis
Bureau de la porte-parole
Le 7 janvier 2026
Compte rendu

Ce qui suit est attribuable au porte-parole adjoint principal Tommy Pigott:

Le secrétaire d'État Marco Rubio s'est entretenu hier avec les ministres des Affaires étrangères du G7. Les responsables ont discuté des opérations antidrogue menées par les États-Unis dans les Caraïbes ainsi que de l'arrestation de Nicolas Maduro et de la nécessité d'assurer une transition du pouvoir appropriée et judicieuse au Venezuela. Ils ont également réitéré leur soutien aux négociations en cours visant à mettre fin à la guerre entre la Russie et l'Ukraine. Le secrétaire d'État Rubio et ses homologues ont réaffirmé l'importance de poursuivre la coopération.


Voir le contenu d'origine : https://www.state.gov/releases/office-of-the-spokesperson/2026/01/secretary-rubios-call-with-g7-foreign-ministers/
Nous vous proposons cette traduction à titre gracieux. Seul le texte original en anglais fait foi.

 


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